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17 agosto 2019
Atlas da Violência
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03 fevereiro 2019
Suicídio
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| Sabrina Bittencourt |
04 novembro 2018
Representações cotidianas
- Oliveira E; Soares CB ; BATISTA LL; SEPARAVICH MA. Midiatização da Periferia: como os jovens se posicionam.. In: Edimilson Marques. (Org.). Representações Cotidianas Teoria e Pesquisa. 1ed.Paraná: CRV, 2018, v. 1, p. 107-118.
31 julho 2018
Uma Leitura Interseccional do cuidado ...
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| Mesa redonda na Abrasco 2018 |
07 dezembro 2016
Representações cotidianas de jovens sobre a periferia
13 março 2014
Coletando os dados de minha pesquisa mídia-educação e consumo de drogas
22 março 2011
Estigmatização do uso/usuário de álcool
Estigma - um sinal ou uma marca que designa o portador como "deteriorado" e, portanto, menos valorizado do que as pessoas "normais”.Estigma social como uma marca física ou social de conotação negativa ou que leva o portador dessa "marca" a ser marginalizado ou excluído de algumas situações sociais.
24 junho 2009
Relatório Mundial sobre Drogas 2009
"O Relatório Mundial sobre Drogas 2009 demonstra que as drogas são um problema que atinge a todos os países. Todos nós temos a responsabilidade de enfrentar o abuso de drogas na nossa sociedade. Internacionalmente, a administração Obama está comprometida em expandir iniciativas de redução de demanda a fim de garantir que todos aqueles que lutam para superar o vício tenham acesso a programas efetivos de tratamento, especialmente nos países em desenvolvimento. Estamos aprendendo muito sobre a doença da drogadição e sabemos que o tratamento funciona. Por meio de uma ação abrangente de aplicação da lei, de educação, de prevenção e de tratamento, teremos êxito em reduzir o uso de drogas ilegais e suas consequências devastadoras".
http://www.unodc.org/brazil/pt/ASCOM_20090624.html
07 outubro 2008
08 maio 2007
72% dos caminhoneiros ingerem bebida alcoólica
O que chamou a atenção das pesquisadoras, entretanto, foi à condição de saúde desses motoristas. As conseqüências decorrentes do uso abusivo do álcool apontam que dos 735 motoristas que bebem, 196 já possuem alguma doença crônica e 189 fazem uso de medicamentos. A hipertensão arterial severa foi identificada em 70 motoristas bebedores e a Diabetes mellitus em 33, sendo que 56 apresentaram níveis glicêmicos acima de 131, índice considerado alto e que podem levar a diabetes.
“A pressão arterial acima dos limites, encontrada entre os bebedores de risco, pode levá-los a desenvolver doenças cardiovasculares, mas também não estão imunes aqueles que fazem uso em doses consideradas de baixo risco. A questão é preocupante, pois eles não têm percepção desse risco”, relata a professora Sandra. Segundo a professora, a vulnerabilidade de todo o grupo para o adoecimento é muito grande, pois a própria condição de trabalho, de até 12 horas diárias, leva ao sedentarismo, a noites mal dormidas, sem contar o uso das anfetaminas, muito presente nesse meio.
Apesar de somente 19 motoristas, entre os 735 que se declararam bebedores, assumirem que sofreram acidentes de trânsito após consumir bebida alcoólica, 194 disseram ingerir mais de três doses em uma só ocasião, a dose considerada limite pelas organizações de saúde, e 102 relataram se embriagar semanalmente. Segundo a orientadora do trabalho, ainda pôde-se identificar que 44% dos motoristas são bebedores em níveis de riscos moderados, bebem no final de semana e quase a maioria desses, mais de três doses em uma única ocasião, consumo considerado alto para os padrões estabelecidos.
O estudo foi realizado junto com a Campanha “Saúde na Estrada”, da empresa Autovias, concessionária que opera nas rodovias da região de Ribeirão Preto, e teve o objetivo de rastrear o uso de bebidas alcoólicas entre motoristas, principalmente de caminhões, nas estradas, conhecer a percepção desses motoristas quanto aos riscos da bebida e a sua associação com medicamentos e ainda iniciar um programa de prevenção junto a essa população. Os dados foram obtidos em duas das campanhas promovidas pela “Autovias”, em agosto e novembro de 2006 e no perfil dos entrevistados, estão homens casados, com baixo nível de escolaridade e da religião católica, com idade média de 40 anos e que trabalham de 10 a 12 horas diárias. A professora Sandra lembra que os resultados encontrados na região de Ribeirão não se diferenciam de outras pesquisas já realizadas e constantes na literatura e é compatível com o levantamento nacional do uso de álcool realizado pelo Ministério da Saúde.
http://www.jornalacidade.com.br/
06 janeiro 2006
Isenção Tarifária
Transportes
Portaria Intersetorial nº 005/05 SMT/SMS
Considerando
- Lei Federal nº. 7.853, de 24 de outubro de 1989 o qual estabelece apoio às pessoas com deficiência e sua integração social.
- Lei Municipal nº 11.250 de 01 de outubro de 1992 o qual autoriza isenção tarifária às pessoas com deficiência a Portaria nº. 140/03 – SMT-GAB disciplinou que
“A isenção tarifária tem por objetivo oferecer melhores condições para a integração das pessoas com deficiência, incentivando-as a evitar isolamento e a se locomoverem em busca de atividades que possam enriquecer sua existência, facilitando, inclusive, a busca pela reabilitação, de forma a cooperar, o quanto possível para que continuem a produzir e participar das atividades sociais”. Novos critérios foram estabelecidos para essa concessão.O atestado médico será valido para o cadastramento desde que haja diagnóstico CONCLUSIVO da doença. No caso necessário o profissional médico da unidade poderá fazer encaminhamentos a especialistas ou solicitar exames complementares. O prazo de validade da concessão é variável de acordo com o tipo de deficiência. O diagnóstico compatível com o CID-10 e que nos diz respeito ao CAPS adII EM é:
F.19 Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de múltiplas drogas e ao uso de outras substancias psicoativas, o qual deverá ter importante comprometimento cognitivo e da independência.F.24 Transtorno delirante induzido
F.21 Transtorno esquizotipico
F.25 Transtornos esquizoafetivos
02 dezembro 2005
Grupo terapêutico
São inúmeras as aplicações grupais, segundo CIAMPONE (1998) vão desde de grupo de auto-ajuda, ensino-aprendizagem, terapêutico, institucionais e comunitários. Estes são classificados de acordo com a técnica empregada pelo coordenador, com a finalidade proposta ou com o vinculo estabelecido entre o coordenador e os componentes do grupo.
Manter os usuários vinculados ao tratamento é uma das grandes dificuldades dos que estão envolvidos nos serviços, devido ao baixo grau de aderência. Sawicki et al já apontava o aprimoramento do tratamento como ponto fundamental ao prestarmos assistência a esses pacientes.
PILLON (2003) propõe nas atividades grupais aos alcoolistas, principalmente os coordenados por enfermeiras, ou sob a coordenação de outros profissionais onde a enfermeira participa como colaboradora; alguns temas os quais devem girar em torno da motivação, discussão dos problemas de saúde relacionados às conseqüências do consumo do álcool, função dos medicamentos e interações com outros.
Referências
Ciampone MHT. Grupo Operativo: construindo as bases para o ensino e a prática na enfermagem [tese] São Paulo (SP) Escola de Enfermagem da USP. Livre-Docência. 1998.
Negrette JC. Problemas Médicos.In: Ramos SP. Organizador. Alcoolismo Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas; 1987.
Pillon SC. O uso do álcool e a educação formal dos enfermeiros [tese] São Paulo (SP): Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina. 2003.
Ramos SP. Bertolete JM. Alcoolismo hoje.Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
10 setembro 2005
Tese Doutorado - OLIVEIRA M S
Tese apresentada à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina para obtenção de Título de Doutor em Ciências.
São Paulo
2000
The main objective of this study has been to evaluate the efficiency of Motivational Intervention with alcohol-dependent patients. The study has been designed as a prospective random clinical trial, aiming at comparing the Motivational Intervention to the Conventional Treatment. The sample was made up by 152 male subjects who were inpatients at special units for chemical addiction. The average age of the target sample was 40 years and 6 months old, the minimum school level was 5th grade, and the avarage salary was 5 minimum salaries. The patients were selected randomly, 76 belonging to the Control Group and 76 belonging to the Intervention Group. All patients joining the research were submitted to the initial evaluation, answering to a series of instruments, from the Structured Interview for the collection of personal data to the specific instruments: Form-90, SADD, DrInC, SOCRATES/URICA, BAI/BDI, Vocabulary, Symbols, Cubes, and Rey´s Complex Figures. The Control Group patients, after hospital release, were directed to group work or AA, and the Intervention Group patients were assisted in four structured and planned sections, according to the model by William Miller (1992). The follow-up evaluation was done three months after the hospital release and the data were treated according to the Treating Intention Analisys and the comparison within each group as well as between them. The results show that 66% of patients from the Intervention Group undertook a follow-up exam, while 51% participated from the Control Group, there were more frequent losses in the Control Group than in the Intervention Group. The whithdrawal was higher in the Intervention Group than in the Control Group and even when there was relapse the amount of drinks was lower for the Intervention Group patients than for the Control Group. Concerning the scales that measure the Motivation for Change, the differences between the groups were significant for the sub-scale ambivalence and in the maintenance that represents that the Intervention Group patients have reduced their motivational ambivalence towards the problematic behavior. For the remaining scales the differences have been significant between the two groups. The conclusions of this study point to the efficency of the Motivational Intervention for subjects who are severe alcohol dependents; the subjects who undergo the Motivational Intervention present higher levels of compliance what implies consistent patterns of bonds with the therapy and, the solving of ambivalence. This change is characterized as a fundamental aspect for the treatment once the relapses take place in a “controlled” fashion, it is easier for the recovery. Therefore, the therapeutic basis of Motivational Intervention happens through empathy, making it possible for the patient to experience the changing of his own change.




