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03 fevereiro 2019

Suicídio

Sabrina Bittencourt
Saber que uma ativista morreu, retirando a própria vida, me faz questionar a sociedade em que vivemos. Não apenas ela, mas tantos outros retiraram a vida. Pode ser por motivos próprios, mas não vivermos sozinhos, somos conectados,  precisamos trabalhar unidos por uma sociedade melhor. Ademais, saber ouvir as entrelinhas e pedidos de socorro, por aqueles que estão ao nosso lado. Novas pesquisas precisam ser realizadas para compreendermos o fenômeno suicídio.

10 agosto 2015

O cuidado de si

Estou lendo o livro "A Hermenêutica do Sujeito" de Michel Foucault.  O ponto central do livro é o cuidado de si. Foucault aborda este objeto "o cuidado de si" a partir do ponto de vista de Platão e Sócrates. Segundo Foucault para os filósofos o cuidado de si, quer dizer: conheça a ti mesmo.

O momento em que o homem conhecer a si mesmo, ele será capaz de governar a si e o outro. Algumas perguntas são necessárias ser respondidas para conhecer a si mesmo. O que é o homem?  O que é esse si mesmo? O que é o eu? Desses questionamentos podemos dizer que o cuidado de si é cuidar do homem. O homem é a alma que existe dentro de você.

Atualmente, pensamos no cuidado de si como cuidar do corpo, do belo. Óbvio que é dever do homem  cuidar do seu corpo, todavia o cuidado que Foucault se refere é o cuidado da Alma. A alma é a essência que você tem dentro de seu corpo. O corpo medeia a alma na realidade. Agora a pergunta é - Como cuidar da Alma? A resposta para essa pergunta segundo o autor é aproximando-se do mais que perfeito, isto é, aproximando-se e conhecendo o criador.

Segundo o autor, temos em nós a parte do criador que é a nossa alma que é a parte de Deus em nós. Portanto, para cuidarmos de nós mesmo devemos nos aproximarmos de  Deus e para tanto se faz necessárias algumas atitudes. Essas atitudes são algumas técnicas que ele indica: relaxamento, meditação entre outras.

Enfim, apenas uma parte introdutória do cuidado de si, depois continuaremos.


08 agosto 2014

Superando a doença mental

Não posso de deixar de publicar aqui sobre John Nash, que ganhou o Nobel de Economia,  que embora com a esquizofrenia, não deixou que ela o estacionasse, o qual teve sua vida contada no filme - Uma mente brilhante. 

Deixo o link onde foi publicado sobre sua vinda a USP e publicado no link da FAPESP.
A vida desse homem revoluciona a saúde mental e os seus tradiocionais tratamento.

30 agosto 2013

Mídia comunicação e saúde


STATUSTÍTULODATA E LOCAL DE APRESENTAÇÃO
APROVADO
Local de Exposição do PôsterCCR
Data e Local da DT (Discussão Temática):
02/09/2013 - EE Sala 04
Houve uma boa discussão sobre como formar redes no Sistema Único de Saúde - SUS

http://www.congressoapsp.com.br/anais.pdf

17 fevereiro 2013

Internação compulsória e exclusão do enfermeiro

As questões das ondas de internação compulsória, criminalização dos consumidores de drogas e outras pautas sobre as drogas estão no auge dos pesquisadores, dos governantes, da sociedade em geral. Quero chamar atenção para o fato de uma entrevista de Alckmin na revista Veja onde ele diz:
“Hoje, o crack é uma questão gravíssima de saúde pública e também de segurança: em todas as capitais há cracolândias e 90% das cidades têm viciados, em sua maioria jovem vindos de famílias mais pobres. O programa que lançamos criou um centro que agora fica aberto 24 horas por dia, sete dias por semana, com médicos, psicólogos e assistentes sociais.” 
 O fato é que há uma desvalorização ou nem se cita o profissional enfermeiro, nesses locais de internação. Esse profissional está sendo excluído e nem sendo chamado para pensar sobre os tais locais de internação, visto que a enfermagem uma de suas frentes é o cuidados nos locais de internação, óbvio que não me refiro apenas ao cuidado com esse tipo de problema. O que tem levado a essa exclusão? Será a tão falada falta de preparo dos enfermeiros para lidar com a situação, se for isso, eu discordo. Há centros formando profissionais enfermeiros para trabalharem em diferentes frentes relacionados ao consumo de drogas. 
 

30 janeiro 2013

Congresso Internacional sobre Drogas


Divulgando o evento:

Brasília receberá, de 3 a 5 de maio de 2013, o Congresso Internacional sobre Drogas: Lei, Saúde e Sociedade. Link para maiores informações; Click aqui

09 julho 2012

Os pensadores da Educomunicação

Ainda falando da Educomunicação e a importância da Educação/Comunicação/Saúde vou fazendo o link onde estão ancorados o referêncial teórico da Educomunicação e logo que servirá de apoio a minha ideia de educação sobre drogas aos jovens na perspectiva da Saúde Coletiva. Celestin Freinet, Mario Kaplun revolucionou os meios para a educação; Paulo Freire, e mais recentemente Ismar de Oliveira Soares que nesse vídeo já nos dá um direcionamento do que estamos buscando.

Logo, a Educomunicação possibilitára falar do consumo de drogas e a juventude trazendo os jovens para dentro da questão, não colocando-os como mero receptores das ações que nós profissionais acreditamos e queremos.

09 junho 2012

NOVO ASSUNTO NO BLOG

Olá pessoal. Cá estou novamente buscando inovar nas informações a respeito da saúde. No momento realizando doutorado e tendo contato com um mundo novo, um mundo de descobertas, um mundo de possíbilidades, um mundo de mudanças. Mudanças que vem fazendo parte das nossas vidas e também da forma de encarar o mundo, e também das formas de abordar as pessoas que consome drogas.

A partir desse momento; buscarei abordar no blog a questão da educação-comunicação-saúde. Veja que essas questões são fundamentais para entender o mundo. Coloco aqui, que agora irei debruçar-me no objeto educação sobre drogas, educação e comunicação. Aos interessados e aqueles que queiram compôr comigo essa caminhados. Estamos juntos.

16 maio 2012

EDUCAÇÃO E SAÚDE

Uma pesquisa financiada pela FAPESP destaca: Saúde básica é menos desigual do que educação  Esses dados merecem muitas reflexões a respeito do assunto, quem já procurou um serviço de saúde de emergência conhece bem o problema.

30 janeiro 2012

Combater o consumo de drogas não os usuários

Foi assim o início da entrevista de João Goulart a Revista Época. Vamos ver a reportagem:

João Goulão, chefe das agências portuguesa e europeia de combate às drogas, foi a São Paulo na semana passada divulgar o World Bike Tour. Para o português de 56 anos, seu trabalho pode ser tão amplo que chega à promoção de um passeio ciclístico. A ideia de que o esporte pode ajudar a manter as pessoas longe do vício levou à cidade da Cracolândia o responsável pelo plano antidrogas mais elogiado do mundo. Em 2001, Portugal descriminalizou o consumo de drogas e criou uma rede de assistência aos viciados que inclui incentivos fiscais para empresas que queiram contratá-los. Com iniciativas ousadas, o país acabou com suas cracolândias e passou a registrar os menores índices de consumo de drogas entre os jovens na Europa.
ÉPOCA – O consumo de drogas em São Paulo é tão grave que há 15 anos uma área no centro da cidade é conhecida pelo nome de Cracolândia. Nunca trouxeram o senhor para visitá-la antes?
João Goulão – 
Não, agora vou aproveitar a vinda para o passeio ciclístico para conhecer. Estive no Rio de Janeiro em novembro. Vi como as forças de segurança tomaram um espaço e, em seguida, resumiram-se a dar apoio aos serviços sociais, sem uma postura agressiva. Parece a atitude adequada.
ÉPOCA – Lisboa teve um local de consumo como São Paulo?
Goulão –
 Teve. Ficava no Casal Ventoso, um bairro litorâneo habitado por trabalhadores portuários. Quando Portugal perdeu suas colônias, na década de 1970, a atividade naval decaiu e houve muito desemprego naquele bairro. Aquelas pessoas conheciam marinheiros e passaram a se dedicar ao contrabando, primeiro de produtos de consumo e depois de drogas. O bairro de gente pobre foi colonizado por bandidos e tornou-se o maior supermercado de drogas da Europa, visitado diariamente por mais de 5 mil pessoas.
ÉPOCA – No início de janeiro, a Polícia Militar de São Paulo entrou na Cracolândia sem agentes sociais, com armas e balas de borracha. Como foi o combate às drogas no Casal Ventoso?
Goulão – 
Nossa abordagem foi de assistência social. A polícia entrou para acompanhar os assistentes. Começamos com uma política de troca de seringas usadas por novas, o que foi importantíssimo para controlar o crescimento dos casos de aids ligados a drogas injetáveis. Depois de cinco anos de trabalho, ganhamos a confiança dos viciados e conseguimos aproximá-los dos serviços de saúde. Penso que não teria sido possível se tivesse havido a entrada de forças policiais e o envio para tratamento quase compulsório.
ÉPOCA – O governo federal anunciou o destino de verbas para clínicas de internação compulsória, e o Rio de Janeiro adotou esse procedimento há poucos meses. É uma iniciativa necessária para tratar pessoas em estágio avançado de vício?
Goulão – 
Não acredito no sucesso da internação compulsória. O viciado vai à força para um lugar fora da realidade, fisicamente impedido de consumir drogas. Como ele vai se comportar ao sair? Para deixar o vício, a pessoa precisa reformatar seus hábitos. Não é só retirar uma substância, é mudar o estilo de vida. A internação voluntária é um processo demorado, mas considero mais eficaz.
ÉPOCA – Como esperar força de vontade de alguém que, por causa do vício, perdeu qualquer tipo de motivação?
Goulão –
 De fato, estamos lidando com seres que se encontram numa condição quase animalesca. É preciso resgatar a dignidade, noções de higiene, o orgulho por pequenas coisas. Só depois disso, motivar a internação voluntária. É difícil, mas entendo que assim funciona a intervenção.
ÉPOCA – Áreas dominadas por viciados despertam repulsa na sociedade. Como política de tratamento, é melhor dispersar os viciados pela cidade ou aproveitar a reunião deles?
Goulão –
 Quando tivemos nossa cracolândia, nós não a dispersamos. Cinco anos depois de entrar com o serviço médico e social, quando o Casal Ventoso já não era um polo de consumo, fizemos uma operação de reurbanização com remoção de casas e mudança dos moradores.
ÉPOCA – O crack é uma droga diferente das outras?
Goulão – 
O crack tem um poder viciante fortíssimo, e não há uma substância química que o substitua num tratamento terapêutico. A abordagem é mais complexa e demorada que a da heroína, principal droga em Portugal. O trabalho de educação, redução de danos e tratamento é mais difícil.
ÉPOCA – Como são as campanhas antidrogas de Portugal?
Goulão –
 Desistimos de fazer propagandas na televisão com mensagens para o grande público. Elas custavam caro e traziam pouco resultado. Hoje, mapeamos grupos, como jovens que deixaram a escola e filhos de viciados. São trabalhos dirigidos, feitos nos lugares onde está o público potencial.
ÉPOCA – Como o departamento antidrogas aborda os viciados?
Goulão –
 Os órgãos de saúde e assistência social precisam conhecer de perto que tipo de crack está nas ruas. Saber inclusive quanto as drogas à venda estão adulteradas, para então difundir, entre os usuários, a partir de qual dose consumida há risco de morte
  •  
Estamos formatados à ideia de que consumir drogas é pecado. Temos de encarar o viciado  "

ÉPOCA – Os órgãos de saúde devem orientar os usuários sobre quanta droga eles podem consumir?
Goulão –
 Exatamente. A mensagem deve ser: “Não consuma drogas, mas, se consumir, tome certos cuidados”. Não consuma sozinho, porque, se houver um pequeno acidente, ninguém vai poder ajudar. Passamos mensagens que ajudam a pessoa a correr menos riscos.
ÉPOCA – Orientar o consumo de drogas não é uma postura que beira o incentivo?
Goulão –
 Em primeiro lugar, nosso objetivo é salvar vidas. Em segundo lugar, ganhar a confiança das pessoas para orientá-las a deixar o vício. Ainda estamos muito formatados à ideia de que consumir drogas é pecado. Não conseguimos encarar o dependente de drogas como fazemos com um diabético, que é dependente de insulina. Só faremos progressos significativos quando abandonarmos essa carga ideológica.
ÉPOCA – Como Portugal encara os viciados?
Goulão –
 Encaramos o dependente como fazemos com um diabético. Damos a ele oportunidade de tratamento sem custo, com privacidade e sem condenação. Na lei que adotamos há dez anos, consumir drogas não é mais crime. É como dirigir sem cinto de segurança: o infrator não vai para a cadeia, não é fichado por isso.
ÉPOCA – Como uma sociedade conservadora como a portuguesa aceitou descriminalizar o consumo de drogas?
Goulão – 
A explicação está na própria origem do consumo em Portugal. O uso de drogas fez parte da explosão de liberdade que o país viveu com o fim da ditadura, em 1974. Começou com maconha, e um dia o vendedor de maconha ofereceu cocaína, heroína... De repente os viciados já representavam 1% da população, todo mundo tinha algum na família. Então foi fácil para a sociedade perceber que o dependente era uma pessoa honesta precisando de ajuda. E, ao ser mandada para a cadeia, a pessoa sairia pior do que entrou. A descriminalização das drogas foi uma decisão tomada de baixo para cima, e não determinada pelos políticos.
ÉPOCA – A ausência de punição não incentiva mais pessoas a experimentar drogas?
Goulão –
 Isso não tem acontecido. Desde a descriminalização, a experimentação de drogas entre os mais jovens caiu. Não sei dizer por quê. Talvez porque os jovens de uma forma geral gostem de desafiar a autoridade e, hoje, consumir drogas é menos desafiante. Em compensação, temos mais jovens se embebedando. Se o apelo da droga não está mais no desafio à lei, a bebida alcoólica é mais barata e disponível.
ÉPOCA – Um problema entre os viciados é voltar à vida social. Quais são as soluções de Portugal?
Goulão –
 O governo abriu linhas de crédito para pequenas empresas abertas por toxicodependentes, assim como incentivos fiscais a empresas que contratem essas pessoas.
ÉPOCA – Num momento de crise econômica na Europa, favorecer o emprego de viciados parece uma questão polêmica.
Goulão –
 É sim. Algumas pessoas dizem: “Será que tenho de usar drogas para conseguir trabalho?”. Isso aumenta o estigma dos dependentes. É muito complicado lutar por um programa de discriminação positiva. Ultimamente, tenho ficado bem quieto, sem pedir nada. Apenas peço que não cortem muito o orçamento do departamento antidrogas português, para não perdermos as conquistas atuais.
ÉPOCA – Quanto o departamento antidrogas gasta por ano?
Goulão – 
O orçamento anual do instituto é de € 75 milhões, 80% deles dedicados a tratamento. De maneiras mais ou menos intensivas, ele atende 45 mil pessoas.
ÉPOCA – Quanto Portugal economiza ao devolver viciados em drogas à vida produtiva?
Goulão –
 Trabalhos acadêmicos estimam que cada euro investido na recuperação de viciados leva à economia de e 20. Esse valor inclui a produtividade da pessoa e a economia por não ter de tratar doenças relacionadas ao vício, como a aids.
ÉPOCA – O senhor considera o modelo português replicável em países maiores, como o Brasil e os Estados Unidos?
Goulão –
 Acredito que alguns aspectos sejam válidos em qualquer realidade. Mesmo com uma linha de criminalização do consumo, penso que um olhar mais próximo das pessoas é válido. Em Portugal, combatemos o vício, não o viciado.
 

21 janeiro 2012

Videos sobre drogas

O Conselho Federal de Psicologia apresenta o primeiro vídeo da série Drogas e Cidadania.


15 novembro 2011

Antisala

Achei o blog interessante. Acredito, na proposta do blogueiro. Vá até lá conferir: Antisala

01 agosto 2011

Plano de combate ao álcool na infância e adolescência

O projeto, que conta com o apoio do Ministério Público de São Paulo e representantes dos bares, supermercados e restaurantes, envolve também diversas secretariais estaduais, como Saúde, Educação, Segurança Pública, Justiça e Comunicação, além de órgãos como o Procon-SP e a Vigilância Sanitária Estadual. A proposta é não ter nem a venda e nem a possibilidade de consumo de álcool para menores de 18 anos em nenhum estabelecimento comercial. Continua...

Os jovens estão buscando soluções mágicas para seus problemas; o consumo de álcool e drogas parece solucionar tantos outros problemas. Atualmente, tenho percebido que a diversão dos jovens é comprar garrafas de refrigerantes, e adicionar bebidas alcoólicas nos refrigerantes a fim de se divertir nas ruas de São Paulo. Essa decisão talvés seja a mais barata encontrada por esses jovens.

Reflexão -  Quais outras medidas seriam necessárias?

30 julho 2011

Amy Winehouse - Liberdade e negligência

Tanto sucesso. Tanto glamour e lá estava as drogas. Venho trazendo que outros motivos devem ser considerados quando falamos a respeito das susbstâncias psicoativas. Veja alguns depoimentos de profissionais.  Ana Cecília Marques no Estadão e Carlos Salgado presidente da ABEAD.

19 julho 2011

Maconha

Marcha da Maconha















Soldados Mexicanos ateiam fogo na maconha.
O mundo e suas divergências.
Fonte: Folha

06 julho 2011

O CRACK E OS EDUCADORES

Você educador que  queira abordar assuntos relacionados ao consumo do crack no seu dia-a-dia, faça sua inscrição. Vale a pensa aumentar o repertório do saber.
Click no link Dialogos Capitais

14 abril 2011

''Lei seca'' durante a Virada Cultural

Essa é a reportagem do Estadão.


"As 155 barracas de alimentação e alguns bares não vão vender bebida alcoólica, no evento, que acontece neste fim de semana, entre as 18h de sábado e as 18h de domingo.
A administração municipal vai colocar na rua mais de mil guardas-civis metropolitanos e 2 mil policiais militares. Além de fazerem a segurança da Virada, eles vão atuar na fiscalização. Para os bares, a infração pode render multa; para os vendedores ambulantes, as mercadorias devem ser apreendidas.
Na Virada do ano passado, a técnica foi outra. A Prefeitura apoiou a venda de latinhas de cerveja em quiosques e carrinhos oficiais para desestimular o consumo de vinhos baratos e adulterados, vendidos por ambulantes. Não adiantou: a bebida ilegal foi vista em pelo menos 26 pontos diferentes de venda, espalhados por todo o centro.
Segundo a Secretaria de Coordenação de Subprefeituras de São Paulo, uma lei já proíbe a venda de bebida alcoólica em qualquer barraca de rua que comercialize alimentos na cidade, não apenas na Virada Cultural. Já os bares e restaurantes que têm alvará de funcionamento para além da 1 hora poderão, segundo a pasta, vender bebida normalmente. Para os que não têm esta licença - a secretaria não informou quantos são -, a ordem é que sejam autuados e fechados prontamente. 'Não há restrição para os bares venderem seus produtos, com exceção da madrugada', afirmou o secretário das Subprefeituras, Ronaldo Camargo, na segunda-feira.

Nas ruas. Mas o alvo da Prefeitura é mesmo o comércio informal - 144 ambulantes foram cadastrados para trabalhar em todo o evento. Nem eles poderão vender bebida alcoólica. A preocupação maior é a venda de 'misturas', como vinhos adulterados ou vodca."

Será que é assim que o povo vai entender o consumo de álcool e drogas?

19 março 2011

Brasil avançando no tratamento de álcool e drogas

O consumo de drogas é um problema social. As abordagens são diversas e abrangentes. Hoje no Brasil os Centro de Atenção Psicossocial são os locais designados para o tratamento do sujeito nas comunidades. Nestes centros atuam diversos profissionais, no entanto, eles estão sob o comando da Saúde Mental. Ressalto que embora faça parte da saúde mental, não é exclusivo a ela, pois o consumo de droga faz parte dos determinantes sociais da saúde coletiva.

A OMS tendo conhecimento da estensão que o CAPS tem alcançado na comunidade, convida o Brasil a integrar um grupo de país que se destacaram em saúde mental e orientará os demais países nessa caminhada.  Assim, o Brasil fará parte do Programa Mental Health Gap Action Programme (mhGAP.

01 março 2011

Uso da tecnologia nas escolas

Há um tempo atrás escrevi que havia feito um projeto para concorrer a um premio oferecido pelo Instituto Claro - Inovar na Comunidade. Fiz um projeto com o nome - Adolescentes construindo a prevenção de drogas na comunidade.  Ontem, foi o sorteio e o meu Projeto não foi o sorteado. Mas, acredito que poderiamos fazer o projeto por aqui. Caso alguns leitores estiverem interessados em Prevenção do Consumo de Drogas nas escolas e na comunidade; poderiamos começar o projeto.

O instituto claro ofereceu uma ótima cartilha para o uso das tecnologias nas escolas. Acesse http://www.institutoclaro.org.br/banco_arquivos/Cartilha.pdf  

Boa Leitura e se tiver interesse em começar o projeto de prevenção de drogas nas escolas... Deixe um recadinho ou envie um email para eoliv_br@hotmail.com