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02 janeiro 2018

O comportamento suicida

Vale a pena ler a respeito. Mesmo que o objeto do estudo seja com os profissionais de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Trata-se de um problema amplo e multifacetado em que não estamos dando conta do problema.

Boa leitura!

Conhecimento da equipe de enfermagem e agentes comunitários sobre o comportamento suicida

Priscila Freitas Silva, Maria do Perpétuo Socorro Sousa Nóbrega, Elda Oliveira

RESUMO
Objetivo: identificar o conhecimento e as estratégias para o cuidado da equipe de Enfermagem da Atenção Primária à Saúde ao sujeito com comportamento suicidaMétodo: estudo quantitativo, descritivo e exploratório, com dados coletados a partir de um questionário em cinco Unidades Básicas de Saúde, em seguida, digitados no Programa Epi Info 6.04, analisados por frequência simples e apresentados em tabelas. Resultados: participaram do estudo 72 profissionais, oito enfermeiras, 20 auxiliares de Enfermagem e 44 agentes comunitários de saúde, que apresentaram dificuldades em classificar o grau de risco do comportamento suicida, comprometendo os cuidados prestados e os encaminhamentos qualificados para os serviços especializados em saúde mental. Conclusão: são necessárias a educação e a capacitação dos profissionais para ajudar na detecção de fatores de risco para o suicídio, prevenindo-o de maneira efetiva e contribuindo para a saúde pública, a fim de ter um profissional capacitado para atuar e intervir frente a situações tão presentes na saúde mental. DescritoresSuicídio; Equipe de Enfermagem; Assistência à Saúde; Atenção Primária a Saúde.

17 fevereiro 2013

Internação compulsória e exclusão do enfermeiro

As questões das ondas de internação compulsória, criminalização dos consumidores de drogas e outras pautas sobre as drogas estão no auge dos pesquisadores, dos governantes, da sociedade em geral. Quero chamar atenção para o fato de uma entrevista de Alckmin na revista Veja onde ele diz:
“Hoje, o crack é uma questão gravíssima de saúde pública e também de segurança: em todas as capitais há cracolândias e 90% das cidades têm viciados, em sua maioria jovem vindos de famílias mais pobres. O programa que lançamos criou um centro que agora fica aberto 24 horas por dia, sete dias por semana, com médicos, psicólogos e assistentes sociais.” 
 O fato é que há uma desvalorização ou nem se cita o profissional enfermeiro, nesses locais de internação. Esse profissional está sendo excluído e nem sendo chamado para pensar sobre os tais locais de internação, visto que a enfermagem uma de suas frentes é o cuidados nos locais de internação, óbvio que não me refiro apenas ao cuidado com esse tipo de problema. O que tem levado a essa exclusão? Será a tão falada falta de preparo dos enfermeiros para lidar com a situação, se for isso, eu discordo. Há centros formando profissionais enfermeiros para trabalharem em diferentes frentes relacionados ao consumo de drogas.