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24 novembro 2005

Europa, aumenta l'uso di cocaina

BRUXELLES (Reuters) - L'uso di cocaina tra giovani adulti in Gran Bretagna e Spagna è comune quasi come negli Stati Uniti e il consumo della sostanza stupefacente è in crescita in tutta Europa, ha evidenziato uno studio pubblicato oggi.

Circa 9 milioni di persone nell'Unione europea, il 3% di tutti gli adulti, hanno provato la cocaina, mentre fino a 3 milioni e mezzo l'hanno usata probabilmente nell'ultimo anno e un milione e mezzo l'ha assunta nell'ultimo mese, ha scoperto lo studio.

"Storicamente, la cocaina era una droga abbastanza rara in Europa", ha detto Paul Griffiths, coordinatore scientifico del Centro europeo di monitoraggio droghe e dipendenza dalla droghe, che ha pubblicato il rapporto.

"Poi in Gran Bretagna, nei Paesi bassi e in Spagna è diventata sempre più disponibile nelle grandi città e ora è assai visibile nelle statistiche nazionali di questi paesi e la nostra preoccupazione è che potrebbe diffondersi ulteriormente in Europa", ha detto.

In Gran Bretagna e in Spagna oltre il 4 % delle persone tra i 15 e i 34 anni ha assunto cocaina negli ultimi 12 mesi, vicino ai livelli degli Usa, dove la cocaina ha rappresentato un problema per più a lungo che non in Europa, si legge nello studio.

In questi due paesi il numero dei giovani adulti che assume cocaina, spesso descritta come una droga alla moda e ricreativa, supera quello di coloro che fanno uso di ecstasy e anfetamine.

Nonostante il trend crescente in Gran Bretagna, sembra che nel Paese la crescita dell'uso di cocaina si sia stabilizzata a massimi livelli storici, mentre altri stati membri dell'Ue come la Francia mostrano segnali di star recuperando terreno, ha detto Griffiths.

L'impatto dell'aumento di uso di cocaina è evidenziato anche dalle statistiche sulla sanità.

Sebbene i decessi attribuiti al solo uso di cocaina siano rari, la droga ha giocato un ruolo nel 10% delle morti a causa di droga, quindi ci potrebbero essere diversi centinaia di decessi ogni anno legati alla cocaina nel blocco di 25 nazioni, mostra lo studio.

12 novembro 2005

Seminário Benederto Saraceno

- Desafios dos Novos Serviços de Saúde Mental no Território-
Benedetto Saraceno, Director Department of Mental Health and Substance Dependence World Health Organization – WHO.
Benedetto afirmou que em 1960 houve a primeira revolução psiquiátrica na Itália quando do rompimento do compreensive – compreendido naquele momento como toda necessidade do paciente ofertada no mesmo local: O Hospital. Com o rompimento do modelo hospitalocêntrico vai para fora do hospital o profissional e o paciente mantendo-se o compreensive. Porém quem manterá o compreensive?

Coloca que na cidade há o compreensive porém de forma fragmentada, para ter o acesso a pessoa deverá ser muito esperta..

Faz um questionamento sobre o poder de pactuação “poder contratual” dos pacientes, o qual e zero. Desta forma, ao trabalharmos na reabilitação, temos que trabalhar para aumentarmos o poder de pactuação dos pacientes.

Quanto maior o poder de pactuação destes mais reabilitados estarão, não devemos transferir ao local de tratamento todo compreensive mas que estes saibam aonde recorrer ao necessitarem.

Então ele questiona: Como construir uma proteção social sem fragmentação. O mesmo passa a responder que precisamos de recursos humanos, sociais, psicológicos entre outros, aonde neste lugar os pacientes possam serem cuidados, mesmo aqueles mais difíceis não fragmentado o físico do psíquico.

Aponta que no Brasil temos os CAPS que se propõe a ser compreensive, porém devemos cuidar para não reproduzirmos nestes espaços o Hospital.

O mesmo informa que para a WHO – Nos 15 últimos anos de compreensive; a Reforma Psiquiátrica Brasileira é a única que a WHO reconhece como um desenho ao mundo para a transformação psiquiátrica.

Questiona também – Qual função que o CAPS tem que desempenhar para ser compreensive. Assim, passa a responder que devemos ter claro quais são nossos recursos humanos, funcionamento, dinheiro disponível, a demanda a ser atendida. Determinado essas características, devemos colocar todo nosso compreensive disponível. Traz alguns pontos importantes quando ao funzionamento, o qual este não deve selecionar sua demanda, receber a pessoa a qualquer hora do dia, delimitar sua demanda na vulnerabilidade social porém cuidando para termos nos locais as pessoas os quais estamos aptos a tratar. Afirma a necessidade de haver uma ampliação do diagnóstico sendo o CAPS um local de escuta dos pacientes.

Deixo aqui somente uma parte do que foi falado no seminário.

10 novembro 2005

Palestra - Benedetto Saraceno

Algumas fotos do Seminário com o Prof. Dr. Benedetto Saraceno

Abertura do Seminario

Rosângela e o publico

Publico da palestra

Presente do CAPS ao Benedetto Saraceno
Benedetto Saraceno autografando
Sonia Barros e Benedetto Saraceno

04 novembro 2005

Novidades

Cantar libera as emoções. Que tal um maestro e um coral fora dos muros dos CAPS para incentivar a arte de cantar aos usuários.
Possível proposta de inclusão social e aumento dos locais para circular.

Criatividades

MACRAME
CORUJA
CORAL adII
Criatividades

18 outubro 2005

Visita domiciliária

Ao realizar uma visita domiciliária juntamente com a assistente social. Encontramos o casal intoxicado. A mulher afirma ter vontade de chorar, em seguida solicita para encostar a cabeça no colo da AS; e chorou muito. O dia estava chuvoso havia mais água dentro da casa que ao céu aberto, as paredes escurecidas pelas águas que escorriam. A casa em plena desordem. Não haviam almoçado, o almoço fora o destilado. O único rendimento familiar vem da filha que ganha um salário mínimo.Situação de extrema pobreza. Diante desse quadro questiono:
  1. Trabalhar com abstinência total?
  2. Eles suportariam a abstinência?
  3. É possível trabalharmos isolados?
  4. São eles os responsáveis por esta situação?
  5. Como intervir nesta situação?
Percebo como somos limitados ao realizar a intervenção efetiva; por isso venho afirmando a necessidade de articulação; porém que essa articulação seja traduzida no dia-a-dia dos indivíduos para que possam viver com dignidade.

14 outubro 2005

Intervenção farmacologica

A Secretária Municipal de Saúde - SMS garante acesso aos medicamentos para os usuários da unidade. Existe uma lista de medicamentos prioritários, que toda unidade de saúde deverá ter em estoque para garantir ao usuário. Essa lista deve ser norteadora das prescrições médicas nos serviços de saúde do SUS “Sistema Único de saúde”. Nos CAPS ad II também distribuímos alguns medicamentos; os mais utilizados dentro de uma enorme lista são os antidepressivos, estabilizadores de humor, antipsicóticos, indutores do sono entre outros; outros medicamentos poderão encontrados na Farmácia Popular.


12 outubro 2005

Lei 10216 - Refeições

A Lei 10.216 dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais redirecionando o modelo assistencial. A proposta é fechar os hospitais psiquiátricos oferecendo aos usuários leitos em hospitais gerais e acompanhamentos comunitários.
Muitas Portarias se seguiram como a Portaria 224 que estabelece as diretrizes de funcionamento de acordo com Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo que o trabalho seja realizado em Rede Assistencial. A Rede Assistencial proposta deve contar com Unidades Básicas de Saúde, Centro de Atenção Psicossocial, Hospitais Gerais entre outros. Após a vigência dessa Lei muitas mudanças na prática assistencial ocorreram para aos que sofrem com transtornos mentais e comportamentais incluindo os dependentes de álcool e outras drogas.
A Portaria 336 estabelece os Centros de Atenção Psicossocial - CAPS. Os CAPS são definidos em CAPS I, II e III todos com a mesma função sendo diferente somente na sua área de abrangência e horário de funcionamento. Os CAPS ad “álcool e outras drogas” são todos II, ou seja, CAPS adII. Essa Portaria afirma que os atendimentos podem ser realizados em grupos, oficinas terapêuticas, realizar visitas domiciliares, atendimento a familiares, realizar atividade comunitária com o objetivo de reinserção social e refeição diária. Quanto à refeição diária nos afirma o seguinte:

“Os pacientes assistidos em turno (4horas) receberão uma refeição diária: os assistidos em dois turnos (8horas) receberão duas refeições”

Na pratica tem-se algumas dificuldades em estabelecer quais são os usuários que receberão as refeições, por alguns motivos; quais são eles:

Existe uma dificuldade em estabelecer os critérios quais são os usuários intensivos;

Geralmente os usuários intensivos são aqueles que ainda não tem condições de freqüentar os grupos;

Usuários que freqüentam por problemas de saúde mas não estão nos grupos não tem esse direito...

Essa questão é interessante, pois o trabalho nos CAPS não pode ser realizado isolado, devemos nos articular, os usuários devem circular nas unidades como uma extensão de seu tratamento. Se o albergue oferece almoço, os usuários freqüentes nos grupos deveriam ter garantido seus almoços ao retornarem não enfrentando filas, e caso perdessem a hora encontrar suas refeições. Obvio desde que esse esteja realizando seu tratamento.

Na prática essa é uma questão difícil, não podemos esquecer e ignorar a individualidade da pessoa.

Segundo SAMPAIO JJC e SANTOS AWG a articulação dos saberes colocando a serviço a solução dos problemas e articulação promove a saúde mental dos profissionais da assistência, reduzindo a divisão rígida de trabalho e as distancias entre quem sabe e quem faz, quem cuida e quem é cuidado.
Por essas e outras questões concordo que os CAPS sempre irão se reinventarem.

08 outubro 2005

Fluxo do CAPS adII

Os usuários são recebidos no que chamamos de Plantão. O plantão é realizado por todos os membros da equipe com exceção dos níveis técnicos.
No plantão retiramos a história do usuário que deverá conter:
  • História pregressa – da vida pessoal e a história do consumo do álcool. Quando iniciou, doses ingeridas, data do último consumo; entre outros dados relevantes.
  • Historia familiar – de ambos os pais, dos irmãos e do ambiente na infância. O propósito é obter um entendimento dos primeiros relacionamentos e experiências cruciais que contribuíram para vulnerabilidade do indivíduo.
  • História pessoal – nascimento, ajustamento na infância, escolaridade, ocupação atual, ajustamento sexual, casamento, filhos, finanças e habitação, lazer, historia forense
  • Doenças previas – físicas e mentais e acidentes
  • Historia da ingestão – personalidade, evolução da ingestão, evolução dos problemas relacionados à bebida, evolução da dependência, Evolução das pressões e circunstancias.

Após essa avalição os usuários são encaminhados para os demais atendimentos. A psiquiatria não faz parte do fluxo são encaminhados somente os usuários com alterações psiquiátricas.
São diversos os grupoos realizados; entre eles o grupo de Motivação; Direitos Humanos; Psicoterápico. Somente quando já um tempo no tratamento vão ao Prevenção de Recaída. Essa ordem pode ser alterada de acordo com a situação da chegada do usuário.
O grupo Educação e Saúde geralmente são os usuários que possuem comorbidades.; ou seja possuem transtornos mentais associado ao uso da droga.
Os usuários são enviados para as oficinas de acordo com suas preferências, portanto algumas oficinas, não podemos encaminhá-los direto.

07 outubro 2005

Desenho infantil - Não as drogas

Campeões

O tema sobre o consumo de Álcool e Outras Drogas-AOD está sendo abordado nas escolas com as crianças, a fim de garantir informações e deixa-las livres do consumo. Na prática tenho visto que ainda estamos longe de eliminar os problemas que os familiares e crianças estão enfrentando, visto o número de crianças que estão experimentando as drogas, e que aparecem ao tratamento. Aqui a criança pintou, talvez mesmo sem saber do que precisa para não recorrer ao mundo das drogas. Como algumas crianças dizem - as drogas os levam ao mundo imaginário. Sabemos que as crianças podem usar o lúdico para ir ao seu imaginário. Notamos pelo desenho.