O tempo vai passando e vou mudando o meu objeto de investigação. Entretanto, sempre tendo em mente as pessoas em desvantagem social. Essas pessoas são tomadas como sempre apontei os desajustados. Tal desajuste sempre é sempre pela visão do outro e não da própria pessoa. Hoje ao abrir a Folha de São Paulo encontro a notícia: Falta de trabalho e estudo afeta mais mulheres, negros e chefes de família (https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/05/falta-de-trabalho-e-estudo-afeta-mais-mulheres-negros-e-chefes-de-familia.shtml). Estamos nos afogando...
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18 maio 2021
15 maio 2021
A incrível história do Doutor augusto Ruschi o naturalista
Na minha caminhada vou acumulando e acrescentando pessoas que me faz crescer. Hoje fiquei sabendo da história do Doutor Augusto Ruschi e os sapos venenos. Vale a pena ouvir a história no cantinho do Marcelo https://vimeo.com/549691286
27 setembro 2020
Prevenção ao Suicídio na Comissão da Criança
Fui convidada a participar do encontro sobre prevenção do suicídio. Como foi a última a falar, reiteirei a fala dos anteriores e trouxe a importância da Promoção da Saúde Mental.
24 maio 2020
18 maio 2020
SAÚDE MENTAL E AFASTAMENTO SOCIAL
Estamos em afastamento social. Essa situação pode aumentar aquela depressão que já tinham de base, como também, devido aos fatores estressantes atuais aumentar o sofrimento mental.
Os fatores estressantes são:
Os fatores estressantes são:
- Luto
- Medo da morte
- Medo de ser contaminado pelo COVID-19.
- Perda de emprêgo.
- Incertezas quanto ao futuro.
- Violências famíliares.
- Dificuldade em manter as contas em dia.
Estes são os maiores estressores. Deixo um link da ONU em que António Guterres, gravou um vídeo falando sobre a responsabilidades dos serviços de saúde mental na comunidade.
Link: SAÚDE MENTAL E COVID-19
No próximo post, vamos pensar o que podemos fazer a respeito.
Marcadores:
COVID-19 e saúde mental,
Politicas Públicas de Saúde
12 abril 2020
SAÚDE MENTAL E COVID-19
O COVID-19 tem matado milhares (Mapa do COVID-19), essa situação, leva todos os olhares para ele, desviando o olhar de outras situações. Tais situações, eram manchetes de jornais até recentemente, como por exemplo, o suicídio.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (WHO, 2014), a cada ano no mundo ocorrem cerca de 800.000 mortes por suicídio, o que
representa uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, pesquisa realizada entre (2006 a 2015) mostrou que a taxa de suicídio entre os adolescentes de 10 a 19
nesses anos aumentou 24% em seis de suas grandes cidades: Belo Horizonte, Porto
Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro e no Brasil todo 13% , com a maior taxa na população
masculina (Jaen-Varas et al., 2019).
Os números e a porcentagem em relação ao suicídio, não precisa de mais palavras, para mostrar o problema. Pensando nisso, apresento, o que os jovens apontam como problemas que os levam a pensar em suicídio. Abaixo exponho uma Tabela 01, em que as razões são revelados. Esses razões, foram chamadas de dimensões, dada a abrangência que ocupa na vida dos jovens. Após ler a tabela, algumas questões podem ser pensadas em como promover a saúde mental em tempos de COVID-19.
Dimensão individual: Insegurança,
baixa autoestima; sentimento de perda; desilusão; fatores biológicos
(atribuindo ao período de vida em que vivem); sofrimento mental e tristeza que
advém da falta de serem escutados, da solidão, de sentirem invadidos, do
sentimento de desproteção, do isolamento, da autoagressão e da depressão.
Atribuem que a tristeza e o sofrimento fazem parte da vida dos adolescentes;
entre outros.
Dimensão psicossocial: falta de
oportunidades; rejeições, injustiça relacional (com amigos e pais), injustiça
devido à má distribuição de renda na sociedade, problemas financeiros; consumo
de álcool e drogas; dificuldades em comprar certas mercadorias; falta
de oportunidades; rejeições, injustiça relacional (com amigos e pais),
injustiça devido à má distribuição de renda na sociedade, problemas
financeiros; consumo de álcool e drogas; dificuldades em comprar certas
mercadorias entre outros.
Dimensão simbólica: Suicídio é a
chave para fechar o mundo do sofrimento; morrer representa a passagem da vida
terrena para a vida eterna (concepção cristã); normatização do suicídio.
Em síntese, a vida cotidiana dos jovens é marcada por cobranças, falta de coesão familiar e falta de perspectivas ao futuro.
REFERÊNCIAS.
World Health Organization (WHO). (2014). Preventing suicide. CMAJ. 143(7), 609-10.
Jaen-Varas, D., Mari,J.J.,
Asevedo, E., Borschmann, R., Diniz, E., Ziebold, C., & Gadelha, A. (2019).
The association between adolescent suicide rates and socioeconomic indicators
in Brazil: a 10-year retrospective ecological study. J Psychiatry, 41,389-395. https://doi.org/10.1590/1516-4446-2018-0223
10 outubro 2019
17 agosto 2019
Atlas da Violência
Homem jovem, solteiro, negro, com até sete anos de estudo e que esteja na rua nos meses mais quentes do ano entre 18h e 22h. Este é o perfil dos indivíduos com mais probabilidade de morte violenta intencional no Brasil. Os homicídios respondem por 59,1% dos óbitos de homens entre 15 a 19 anos no país.
Acesse o Atlas na Integra
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11 agosto 2019
PIPER - Disney Pixar Short (Animation Teaser - 2016)
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