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20 outubro 2008

Pílulas da infelicidade


Brasil é campeão mundial no uso de inibidores de apetite. A cada mil brasileiros, 12,5 já usaram algum medicamento para emagrecer. O consumo é quase três vezes maior do que nos Estados Unidos, país conhecido pela grande parcela da população obesa. Responsável por 90% do consumo mundial desse tipo de droga, o Brasil supera todos os países da América Latina, inclusive a Argentina, onde o índice é de 11,8 para cada mil habitantes. .
Existem hoje diferentes classes de medicamentos indicados para perda de peso. Os que estão há mais tempo no mercado são os chamados “anorexígenos”, que atuam bloqueando os neurônios responsáveis pela fome. São drogas derivadas de compostos químicos denominados anfetaminas..
Como a maioria das medicações atua no sistema nervoso central, efeitos colaterais como irritabilidade, nervosismo, insônia, depressão são comuns.
Fonte: Gazeta Online

08 outubro 2008

Evento vai discutir Uso de Álcool e Drogas nos Países em Desenvolvimento

De 8 a 10 de outubro acontece em Ribeirão Preto a V Conferência da Rede Internacional de Intervenções Breves para Problemas Relacionados ao Álcool (Inebria). O evento, coordenado pelos professores Erikson Furtado e Milton Laprega, da Faculdade de Medicina (FMRP) e organizado pelo Programa de Ações Integradas para a Prevenção e Atenção ao Uso de Álcool e Drogas na Comunidade (Pai-Pad), do Hospital das Clínicas da FMRP, discutirá problemas relacionados ao uso de álcool e drogas nos países em desenvolvimento e o papel das intervenções breves para o avanço das estratégias de prevenção e atenção. Serão apresentadas palestras, simpósios, mesas-redondas e sessão de pôsteres. O evento tem apoio do Departamento de Saúde do Governo Catalunha, Espanha, que abriga a secretaria da Inebria, das Organizações Mundial e Pan-americana da Saúde, Ministério da Saúde do Governo Brasileiro e patrocínio da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, e será no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, Rua Bernardino de Campos, 999, centro.

07 outubro 2008

04 outubro 2008

02 outubro 2008

Anabolizante: beleza ou doença

Carl Lewis
Os esteróides anabólico-androgênicos, comumente chamados de anabolizantes, são substâncias sintetizadas em laboratório, relacionadas aos hormônios masculinos (androgênios). Essas substâncias aumentam a síntese protéica, a oxigenação e o armazenamento de energia resultando em aumento da massa muscular e de sua capacidade de trabalho.
O anabolizante é visto então, como uma droga poderosa que permite ao organismo trabalhar mais rapidamente, proporcionando resultados quase mágicos, e recompensando imediatamente o suor despendido na malhação.
Na história das Olimpíadas os anabolizantes também estão presentes. Vemos a história de Carl Lewis que devolveu sua medalha conquistada; a então atleta Florence Griffith-Joyner que despencou beleza com seus músculos e velocidade e ao falecer vêm a história de consumo de anabolizantes.
Pesquisadores afirmam que poucas pesquisas são realizadas em relação ao consumo de anabolizantes na população em geral.
Sabemos que o paraíso dessas substâncias são as academias onde encontramos um desfile de homens e mulheres musculosos. As academias muitas vezes funcionam sem nenhuma regularização o que pode ser um facilitador para o consumo do anabolizante.

Florence Griffith-Joyner

22 setembro 2008

Custos dos problemas causados pelo abuso do álcool

O abuso de álcool é considerado atualmente um dos maiores problemas de saúde devido ao impacto mundial que esta problemática gera em termos sociais e financeiros. Objetivos: Discutir, a partir do referencial econômico, as conseqüências sociais do abuso do álcool e introduzir os conceitos relacionados à economia da saúde.
Métodos: Revisão da literatura com base nos sistemas Medline, LILACS e Scielo de artigos publicados nas línguas, portuguesa e inglesa no período de 1987 a 2007, e posterior busca manual com base na bibliografia de interesse dos artigos selecionados.
Resultados: Foram encontrados 50 artigos sobre estudos econômicos e conceitos econômicos em diversas áreas; desses, 15 diretamente relacionados ao custo social do abuso do álcool. O método de apuração dos custos e a composição dos itens de custos foram semelhantes em todos os estudos.
Conclusões: Os estudos econômicos se apresentam incipientes no Brasil e avançados nos países desenvolvidos. A necessidade de pesquisas nacionais que abordem o custo social do abuso do álcool tem como uma das finalidades promover subsídios para se pensar e efetivar a construção de políticas públicas mais consistentes e que estejam em consonância com o perfil epidemiológico e socioeconômico do país.

Gallassi, A.D. et al. / Rev. Psiq. Clín 35, supl 1; 25-30, 2008

Palavras-chave: Impacto econômico, custos sociais, abuso do álcool, conceitos econômicos, políticas públicas.

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04 junho 2007

Dia Mundial contra a Agressão Infantil: 12% das crianças brasileiras são vítimas de violência doméstica.

De acordo com dados da Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sipani), 12% das 55,6 milhões de crianças menores de 14 anos são vítimas de alguma forma de violência doméstica por ano no Brasil.

As principais causas citadas neste artigo são ver a criança e o adolescente como um objeto de sua propriedade; a projeção de cansaço e problemas pessoais nos filhos; fanatismo religioso; e problemas psicológicos e psiquiátricos, alcoolismo e falta de limite do agressor.

Ao tratarmos dos adultos estamos estendendo o cuidado as nossas crianças.

19 maio 2007

Oms: 8,3 mln di morti per fumo entro 2030

I quattro «big killer» saranno malattie cardiache, polmonari, ictus e Aids
L'Organizzazione Mondiale della Sanità stima che i decessi causati dalle sigarette aumenteranno del 50% rispetto ai tassi attuali.

GINEVRA - Il tabacco rischia di causare da oggi al 2030 la morte di 8,3 milioni di persone, il 50 per cento in più dei decessi attuali. È quanto emerge dalle stime della Statistica Sanitaria Mondiale 2007, dell'Organizzazione Mondiale della Sanità, secondo cui l'80 per cento delle vittime si registrerà nei paesi a reddito medio e basso. Dal compendio statistico, diffuso in occasione della Sessantesima Assemblea Mondiale della Sanità che si svolge a Ginevra, nel 2030 le quattro cause più comuni di mortalità saranno le malattie cardiache e polmonari, gli ictus e l'Aids.
I decessi legati al virus dell'Hiv si raddoppieranno entro il terzo decennio del secolo, fino a raggiungere i 6,5 milioni annui. Già nel 2015, le morti dovute al tabacco saranno il 10% del totale e supereranno del 50 per cento quelle causate dall'Aids. Secondo l'Oms, le vittime di infortuni cresceranno del 40% a causa soprattutto degli incidenti automobilistici.
Nel rapporto l'Oms segnala infine la forte disparità nelle cure mediche esistente tra il Nord e il Sud del mondo: nel 2004, i paesi Ocse hanno speso 3.080 dollari ad abitante per la sanità, contro i 102 dollari di Africa e Sudest asiatico.

Dal Corrieri della Sera

08 maio 2007

72% dos caminhoneiros ingerem bebida alcoólica

Sandra e a sua aluna de mestrado entrevistando caminhoneiro

Pesquisa realizada pela Escola de Enfermagem (EERP) revelou que a questão do controle do uso abusivo de álcool nas estradas vai muito além da implantação dos conhecidos bafômetros e da proibição da venda dessas bebidas nos postos de combustíveis. A questão é mesmo de saúde pública. O alerta surge no bojo do estudo feito pela mestranda Josélia Benedita Carneiro Domingos, orientada pela professora Sandra Cristina Pillon, do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas. Foram entrevistados 1014 motoristas, sendo que 735 deles declararam fazer uso de bebida alcoólica, e desses 31% (229) já haviam sofrido acidente de trânsito.
O que chamou a atenção das pesquisadoras, entretanto, foi à condição de saúde desses motoristas. As conseqüências decorrentes do uso abusivo do álcool apontam que dos 735 motoristas que bebem, 196 já possuem alguma doença crônica e 189 fazem uso de medicamentos. A hipertensão arterial severa foi identificada em 70 motoristas bebedores e a Diabetes mellitus em 33, sendo que 56 apresentaram níveis glicêmicos acima de 131, índice considerado alto e que podem levar a diabetes.

“A pressão arterial acima dos limites, encontrada entre os bebedores de risco, pode levá-los a desenvolver doenças cardiovasculares, mas também não estão imunes aqueles que fazem uso em doses consideradas de baixo risco. A questão é preocupante, pois eles não têm percepção desse risco”, relata a professora Sandra. Segundo a professora, a vulnerabilidade de todo o grupo para o adoecimento é muito grande, pois a própria condição de trabalho, de até 12 horas diárias, leva ao sedentarismo, a noites mal dormidas, sem contar o uso das anfetaminas, muito presente nesse meio.

Apesar de somente 19 motoristas, entre os 735 que se declararam bebedores, assumirem que sofreram acidentes de trânsito após consumir bebida alcoólica, 194 disseram ingerir mais de três doses em uma só ocasião, a dose considerada limite pelas organizações de saúde, e 102 relataram se embriagar semanalmente. Segundo a orientadora do trabalho, ainda pôde-se identificar que 44% dos motoristas são bebedores em níveis de riscos moderados, bebem no final de semana e quase a maioria desses, mais de três doses em uma única ocasião, consumo considerado alto para os padrões estabelecidos.

O estudo foi realizado junto com a Campanha “Saúde na Estrada”, da empresa Autovias, concessionária que opera nas rodovias da região de Ribeirão Preto, e teve o objetivo de rastrear o uso de bebidas alcoólicas entre motoristas, principalmente de caminhões, nas estradas, conhecer a percepção desses motoristas quanto aos riscos da bebida e a sua associação com medicamentos e ainda iniciar um programa de prevenção junto a essa população. Os dados foram obtidos em duas das campanhas promovidas pela “Autovias”, em agosto e novembro de 2006 e no perfil dos entrevistados, estão homens casados, com baixo nível de escolaridade e da religião católica, com idade média de 40 anos e que trabalham de 10 a 12 horas diárias. A professora Sandra lembra que os resultados encontrados na região de Ribeirão não se diferenciam de outras pesquisas já realizadas e constantes na literatura e é compatível com o levantamento nacional do uso de álcool realizado pelo Ministério da Saúde.